B#9 no TEDxSP

Making of do liveblogging TEDxSP

O plano: blogar diretamente do TEDxSP, com fotos, vídeos, textos, entrevistas...

O equipamento:

  • Um iPhone 3GS
  • Um N97 gentilmente cedido pela Nokia como brinde no NokiaCamp 2009
  • Um notebook que não saiu da mochila
  • Dois chips Tim 3G, um para cada celular
  • Um blog no Posterous.com.
Sem o Posterous a empreitada seria impraticável, nota 10 para o serviço. A facilidade de mandar vídeos e fotos direto por e-mail é incrível, já que o protocolo de e-mail foi pensado para enviar mensagens no esquema "devagar e sempre" enquanto outros aplicativos rodam (até mesmo no iPhone, que não permite rodar aplicativos no fundo). Com e-mail há garantia de entrega da mensagem (ou pelo menos deveria haver, como veremos adiante).

A dificuldade do liveblogging veio de uma das coisas que eu mais gostei do TEDxSP: o ritmo intenso de palestras. Com apresentações de 5 e 15 minutos em alguns casos eu estava fotografando uma nova palestra enquanto a anterior ainda nem havia sido enviada. Não havia pausa para perguntas e pouquíssimo espaço de tempo entre um palestrante descer do palco e o próximo começar. Ótimo para quem assiste e péssimo para quem sonhou em blogar sobre as palestras. Se eu blogasse uma perderia a seguinte.

Comecei tirando fotos e alguns segundos de vídeo de cada palestra com a câmera superior do N97. Logo o pessoal do Twitter falou que eu podia ignorar as fotos e focar só nos vídeos, já que o que realmente importava era o que estava sendo dito e não os lindos olhos azuis dos palestrantes.

Só que dentro do auditório a conexão 3G muitas vezes virava o lento Edge e o N97, até onde eu vi, só deixava eu criar uma mensagem nova depois da anterior acabar de subir. (quebrando a vantagem do protocolo de e-mail que falei acima) O auge da confusão foi na palestra do Ronaldo Lemos. O vídeo ficou eternamente em "enviando" e não saiu mais de lá. Conectei no wifi da colmeia mas quem disse que eu conseguia encontrar onde, nas 200 telas de configuração, eu poderia mandar o N97 esquecer o 3G e passar a usar o wifi? Solução: fazer tudo no iPhone e mantê-lo conectado ao notebook da produção para que sua fraca bateria não me deixasse na mão no meio do evento. Foi mal, Nokia, mas se um celular não é simples o suficiente para eu conseguir usar no meio de um evento pouco me importa o super hardware dele.

Editar e mandar vídeos por e-mail no iPhone é de uma simplicidade que me fez ter vontade de jogar o N97 na linha férrea da Mooca que cercava o local do evento. Mas como eu sempre digo, vida de babaca é atribulada: ele só deixa mandar vídeos com menos de 1 minuto como anexo por e-mail. Eu tentava captar uma amostra de 45 segundos de cada palestra mas, claro, não dá para saber o que o palestrante vai falar pelos próximos 45 segundos para fazer uma seleção na munheca. Tive, então, que apelar para a edição direto no iPhone que é simples mas imprecisa. (já que você seleciona os trechos direto no touchscreen)

No fim acabei trazendo alguns vídeos para selecionar e subir de casa hoje mas já aviso que nem todas as mais de 30 palestras vão aparecer aqui. Em algumas o áudio ficou uma verdadeira porcaria e em outras eu estava fora do auditório agitando alguma coisa da produção, a qual humildemente ajudei.

Espero que você leitor goste da cobertura. Que essa experiência sirva como base para o liveblogging de outros eventos aqui no Brainstorm #9. Quem acompanhar, verá. ;-)

PS: Esse post não marca necessariamente o fim deste blog, só a fase live dele. Continue ligado e não fique acanhado de usar o botão subscribe aí em cima.

Thalma de Freitas e amigas

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A capella.

Ronaldo Lemos

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Quase 50% da internet brasileira acontece nas lan house.

Periferia conectada

Um dos melhores exemplos é o da cantora paulista Mallu Magalhães, que sempre aparece nas matérias de revistas precedida de “fenômeno da internet” por ter conseguido somar 1 milhão de visitas em sua página no MySpace em nove meses. Nada mal, de fato, mas pouco se considerado que bandas como a baiana Parangolé ou a dupla MC Bill e Bolinho conseguem duas vezes mais acessos em menos da metade desse tempo. Ao contrário do retrato feito em matérias, a periferia é muito mais conectada que o centro.

Diretor do Centro de Tecnologia e Sociedade da Fundação Getúlio Vargas, o professor Ronaldo Lemos sempre pontua suas idéias sobre o assunto com o dado de que “as classes A, B e C são apenas 15% da população no Brasil”. Segundo ele, que é co-autor do livro Tecnobrega – O Pará Reinventando o Negócio da Música. “Quando vemos um YouTube e Redes P2P sendo usadas por artistas da classe A e B, vemos inovação; mas quando a gente vê a periferia usando essas ferramentas, pensamos pirataria, mal gosto e uma série de defeitos”, diz.

continua em popup.mus.br

dica do @ianblack.

Bruno Buccalon

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Como um cara de 17 anos foi parar na organização do TEDxSP?

Sandro José de Souza

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Genoma e bioinformática.

Rapahel Vasconcellos

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O TEDxSP continua depois do fim do evento.

Antonio Veiga

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Veio aqui aprender.

Francisca Cavalcanti

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Mostra a Farmácia Viva.

Osvaldo Stella

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De tão emocionado com as outras palestras esqueceu a sua e conta sua história.